É noite, me aventuro no intenso que embola a garganta;
deslizo no asfalto kebrando ondas de piche/
sinto o suave toque do vento refrescando minha-alma;
como um pássaro do asfalto sinto a adrenalina e som o do coração disparar;
Sinta a alegria de viajar nas intensidades que pulsão rumo as bordas do asfalto;
cruzando, atravessando,experimentando estar em velocidades impresvistas;
Mas como parar menino? ah...do cháo não passa/!?
É necessário prudencia para experimentar as adrenalinas inventivas da vida/
Mais o prazer de experimentar a sensação de liverdade auto gestora sobre uma prancha em rodas coladas no asfalto, vai além de um simples esporte radical, pois, há o descontrole do corpo, e seu modo de estar, causando uma incrível sensação de alegria e amplitude/
Saber que o corpo pode é algo inalcançável...
Pois não há um saber...
Há um corpo conectado á varios corpos em movimento...
Em produção maquínica.
Com grande lIberdade de produzir Koisas deslizantes entre o asfalto cinzento e seus maquinários petrolíficos que seguem a ordem das normas e condutas.
V o a
Guilherme elias.
espaço liso-livre-coletivo para composição de conhecimentos, composição de afetos entre nós e para o mundo virtual...nascemos em Uberaba e comungamos do desejo de experimentar a esquizoanálise...
Páginas
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
A leve impressão
Sinto o desconforto de não mais produzir serotonina;
De trago em trago, soluço a dor da partida.
Tenho a leve impressão de que já vou tarde.
Acorda menino.Amanha vai ser outro dia.
Quanto mais perco vida, mais pisam sobre minha consciencia.
Qaundo me vitimizo, me sufoco numa cinza e inválida solidão;
As vezes voo um pouco a mais, e caiu cada vez mais veloz;
Ah.Cantei...Sonhei....desejei....amei....e partirei....
Para um lugar onde eu seja bem quisto;
Onde eu seja amado...desejado...
Em que as pessoas que estão ao meu redor apreciem minha companhia...
Valorizem minha presença, e escutem a minha dor....
Não...Não vou para o analista....
Vou ser o auto-analisador de uma vida toda.
Guerras, batalhas, sofrimentos...
Nada se compara a dor da partida...
Que se parte em flagelos, despedaçados de coisas e lembranças
Gastrite, refluxo, crises de ansiedade....
Tudo ataca.
Tudo mata.
Mas tbm fortalece.
Alvoreçe.
Se esqueçe.
E desapareçe.
Talvez não seja um bom menino/
tAlvez seja apenas um menino.
Com falhas...e demencias...
Mais sou um sonhador...
Luto por aquilo que quero.
NEm que caia em um abismo alcólico...ou benzodiapinizante....
ME esfaleço.
Esvaireço, e no dia seguinte tenho aminésia, não como resistencia....
Não como covardia...
Saio do corpo, e me engulo em copos de cerveja.
Me detono.
pra que?
Pra partir.
Partir de uma vida aprisionante...
de um amor dilacerante...
talvez, seria melhor nunca ter me apaixonado...
Aí viveria em paixão comigo.
Enfim...este não é um escrito de melancolia....apenas....
E sim um ato de coragem...
De alisamento...
E de reconhecimento.
Que perdi, o que nunca tive.
Guilherme Elias.
De trago em trago, soluço a dor da partida.
Tenho a leve impressão de que já vou tarde.
Acorda menino.Amanha vai ser outro dia.
Quanto mais perco vida, mais pisam sobre minha consciencia.
Qaundo me vitimizo, me sufoco numa cinza e inválida solidão;
As vezes voo um pouco a mais, e caiu cada vez mais veloz;
Ah.Cantei...Sonhei....desejei....amei....e partirei....
Para um lugar onde eu seja bem quisto;
Onde eu seja amado...desejado...
Em que as pessoas que estão ao meu redor apreciem minha companhia...
Valorizem minha presença, e escutem a minha dor....
Não...Não vou para o analista....
Vou ser o auto-analisador de uma vida toda.
Guerras, batalhas, sofrimentos...
Nada se compara a dor da partida...
Que se parte em flagelos, despedaçados de coisas e lembranças
Gastrite, refluxo, crises de ansiedade....
Tudo ataca.
Tudo mata.
Mas tbm fortalece.
Alvoreçe.
Se esqueçe.
E desapareçe.
Talvez não seja um bom menino/
tAlvez seja apenas um menino.
Com falhas...e demencias...
Mais sou um sonhador...
Luto por aquilo que quero.
NEm que caia em um abismo alcólico...ou benzodiapinizante....
ME esfaleço.
Esvaireço, e no dia seguinte tenho aminésia, não como resistencia....
Não como covardia...
Saio do corpo, e me engulo em copos de cerveja.
Me detono.
pra que?
Pra partir.
Partir de uma vida aprisionante...
de um amor dilacerante...
talvez, seria melhor nunca ter me apaixonado...
Aí viveria em paixão comigo.
Enfim...este não é um escrito de melancolia....apenas....
E sim um ato de coragem...
De alisamento...
E de reconhecimento.
Que perdi, o que nunca tive.
Guilherme Elias.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Criar-se.
Se cria, para além do corpo....
Se mata, para além da vida....
Se vive, para além do mundo...
Estive cansado e marimbundo, na arte de me reinventar...
Jogar a toalha em chao árido...
Jogar-se em frente a um carro...
Estilhassar-se como vidro, em areia movediça....
derreter sobre o asfalto...
Quanta desilução, de um mundo sem perdão....
Tao quanto a vida se faz bela, se tempesteia em copos d'água..
ó Flores do acaso, me façam respirar o relento..
Selva entristecida, pela poda que é foda da lei de sobrevivencia....
Sol que erradia vida para uns, e sacrifício para outros...
Este escrito é um desabafo....
que saí como um canto de esperança nas entranhas do coração em desvio...
Dolorido, e murcho como uma flor no inverno.
que o ódio seja expelido, pelos poros de nossa existencia...
pela descencia de um amor próprio que difere do egoismo...
que suplica pelo dessassossego
nas margens do rio que sopra plumas e gaivotas.
Guilherme Elias.
Se mata, para além da vida....
Se vive, para além do mundo...
Estive cansado e marimbundo, na arte de me reinventar...
Jogar a toalha em chao árido...
Jogar-se em frente a um carro...
Estilhassar-se como vidro, em areia movediça....
derreter sobre o asfalto...
Quanta desilução, de um mundo sem perdão....
Tao quanto a vida se faz bela, se tempesteia em copos d'água..
ó Flores do acaso, me façam respirar o relento..
Selva entristecida, pela poda que é foda da lei de sobrevivencia....
Sol que erradia vida para uns, e sacrifício para outros...
Este escrito é um desabafo....
que saí como um canto de esperança nas entranhas do coração em desvio...
Dolorido, e murcho como uma flor no inverno.
que o ódio seja expelido, pelos poros de nossa existencia...
pela descencia de um amor próprio que difere do egoismo...
que suplica pelo dessassossego
nas margens do rio que sopra plumas e gaivotas.
Guilherme Elias.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
PALAVREANDO
Josiane Souza
Tentei inventar as cores de eu pintura,
Nesta tela sôfrega de mim entardecer.
Toquei fios de pincéis ainda emaranhados,
Que sobre minhas tintas fez nascer.
Nascer.. de entranhas incógnitas,
De onde não enxergo pude ver...
Prenha de mim e do mundo,
Parida desse a-fecto de viver.
Raízes se espandem do coletivo das mentes,
Se conectam com o universo em verso.
Explodem em big-bangs dormentes.
De meus pés, brotam orelhas!
Ouçam a fertilidade dessa terra...
Desperto, e sou flor, rodeada de abelhas.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ressoando - esquizodrama dia 27\01
05\01\2011
“Arco-ìris do Desencanto – eterno-retorno dos movimentos!”
A menina, em sua pequenez e olhar ingênuo, apesar de não poder vê-lo nitidamente, ainda está embaçado entre nós..
Seu vestido, branco, épico, em toda fulgacidade de séculos atrás de distancia entre nós... há muito tempo, nem sabia de sua existência... ela então, ao brincar com outra menina, numa dança de fios de cabelos coloridos....se apresenta, ao mundo, ao enfrentamento de olhar e andar, caminhar, entre-mundo... Tornar-se, apropriar-se de suas partes, compostas, de-compostas, expostas, acessas!
Ela foge, num ligeiro desviar de olhos, triunfantes de certeza de loucura, medo!
Mas, o retorno-eterno, não idêntico, imagem...em fluxos, ressoa novamente sua presença...ora em asas de borboletas, ora em pássaros pequenos e cantantes que em ritmo acompanham, seu movimento fulgaz e deslizante ....ora, no arco-íris nítido frente aos olhos, frente ao corpo, que para, e imóvel em alguns instantes, admira, apenas admira, sente nos acordes da pele, as cores que intensificam, em arco, em multiplicidade retorna...
Aos movimentos!!!
Chega de matá-la, esconde-la, vê-la épicamente num sonho distante, cheio de terror, quando sustentas o encontro que acontece entre “elas”....possibilidades....afirmação da simplicidade, como o vento que toca a pele, enquanto caminhas pelas ruas, pelos becos, pelos ventos, através da chuva, da poça, dos corpos em movimento!
“Arco-ìris do Desencanto – eterno-retorno dos movimentos!”
A menina, em sua pequenez e olhar ingênuo, apesar de não poder vê-lo nitidamente, ainda está embaçado entre nós..
Seu vestido, branco, épico, em toda fulgacidade de séculos atrás de distancia entre nós... há muito tempo, nem sabia de sua existência... ela então, ao brincar com outra menina, numa dança de fios de cabelos coloridos....se apresenta, ao mundo, ao enfrentamento de olhar e andar, caminhar, entre-mundo... Tornar-se, apropriar-se de suas partes, compostas, de-compostas, expostas, acessas!
Ela foge, num ligeiro desviar de olhos, triunfantes de certeza de loucura, medo!
Mas, o retorno-eterno, não idêntico, imagem...em fluxos, ressoa novamente sua presença...ora em asas de borboletas, ora em pássaros pequenos e cantantes que em ritmo acompanham, seu movimento fulgaz e deslizante ....ora, no arco-íris nítido frente aos olhos, frente ao corpo, que para, e imóvel em alguns instantes, admira, apenas admira, sente nos acordes da pele, as cores que intensificam, em arco, em multiplicidade retorna...
Aos movimentos!!!
Chega de matá-la, esconde-la, vê-la épicamente num sonho distante, cheio de terror, quando sustentas o encontro que acontece entre “elas”....possibilidades....afirmação da simplicidade, como o vento que toca a pele, enquanto caminhas pelas ruas, pelos becos, pelos ventos, através da chuva, da poça, dos corpos em movimento!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Encontro Entre !!!
Dilúvio em intensidades....
Derrama, vaza, re-singulariza;
Grita, libera o que escravisa;
Sonhe, delire uma nova vida;
Corra, arraste, sinta o tocar das aves;
perembule, saia na rua e veja sem olhos;
Sinta a vibração...
Ondas de afeto no Entre Grupo de espalham...
Contaminam.....
E modificam o corpo enjessado, duro
Acolha, doa, seja cuidado...
se entregue, se despe e vida...
Vida nova, corpo novo, não organizado...
Caos, tambem nascem flores...
Num dilúvio de ondas polifônicas de arrebentação que produzem bons encontros...
sinta o sal, amarre o som do silencio...
flutue na vida, levite nas árvores, e se contamine pela heterogenese
Caminhe, cante, diga bom dia ao novo sol do dia
Bata palmas, escreva, detone o que te paralisa
Encontre... Entre...a linha da razão.
Guilherme Elias
Derrama, vaza, re-singulariza;
Grita, libera o que escravisa;
Sonhe, delire uma nova vida;
Corra, arraste, sinta o tocar das aves;
perembule, saia na rua e veja sem olhos;
Sinta a vibração...
Ondas de afeto no Entre Grupo de espalham...
Contaminam.....
E modificam o corpo enjessado, duro
Acolha, doa, seja cuidado...
se entregue, se despe e vida...
Vida nova, corpo novo, não organizado...
Caos, tambem nascem flores...
Num dilúvio de ondas polifônicas de arrebentação que produzem bons encontros...
sinta o sal, amarre o som do silencio...
flutue na vida, levite nas árvores, e se contamine pela heterogenese
Caminhe, cante, diga bom dia ao novo sol do dia
Bata palmas, escreva, detone o que te paralisa
Encontre... Entre...a linha da razão.
Guilherme Elias
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
NO ENTRE
Jorge Bichuetti
A saudade mora
no entre
a suavidade do beijo
e o silêncio do adeus...
Já a paixão,
no entre,
voa, é passarinho...
Sempre está
com um corpo pleno
de desejos,
nos rodopios do prazer,
impregnando-se com o cheiro das flores;
e com o coração
nas estrelas,
tecendo um terno diálogo
entre a voracidade do êxtase
e a serenidade de uma oração...
A saudade mora
no entre
a suavidade do beijo
e o silêncio do adeus...
Já a paixão,
no entre,
voa, é passarinho...
Sempre está
com um corpo pleno
de desejos,
nos rodopios do prazer,
impregnando-se com o cheiro das flores;
e com o coração
nas estrelas,
tecendo um terno diálogo
entre a voracidade do êxtase
e a serenidade de uma oração...
sábado, 22 de janeiro de 2011
UTOPIA ATIVA
Jorge Bichuetti
Mergulhados na racionalidade técnica-instrumental, no mundo da lógica forma e do pragmatismo, estamos mecanicamente acostumados a pensar e a sentir como se a vida fosse um exercício de álgebra.
Não perdemos tempo, otimizama-lo; escravizando-nos ao relógio.
E usamos todo tempo útil para a produção de mercadorias e status, de entesouramentos e poderes.
O surrealismo já postulava a necessidade de nos afstar nesta servidão mercantil. Chamava-nos para o pensamento mágico, para os amores loucos, para a imaginação e o sonho como territórios do devir e dizia que somente a conjugação entre arte e revolução nos libertaria do robô repetitivo e insensível que nos tornamos sob os auspícios da subjetividade capitalística.
Há lugar na nossa vida para os sonhos?
Há espaço em nossos caminhos para a poesia?
Há tempo no nosso dia-a-dia para ócio?
Lá fora, chove e brilha um arco-íris...
Lá fora, o pôr-do-sol é um convite à doçura de um beijo e ao calor arrepiante de um abraço...
Lá fora...
Aqui, somos racionais...
Este modo de ser e existir perpetua a realidade, pois escamoteia a necessidade e possibilidade de mudança, do novo, do intempestivo e disruptivo, da impermanência e da vida metamorfoseante dos que se permitem criatividade e experimentação, bons encontros e paixões alegres.
O conceito de utopia ativa emerge para nos instrumentalizar nesta ruptura necessária...
Um sonho, um ideal, uma utopia: nossos desejos fabricando uma nova vida.
Não na contemplação de quem espera passivo os escritos das estrelas ou os alvitres do destino...
A utopia ativa é o desejo que se consubstanciando numa vontade de potência gesta dispositivos de luta. Luta pelo novo, luta desbravando na linha do horizonte oo apogeu de um novo e genuimno alvorecer...
AMIG@, VISITA-ME NO WWW.JORGEBICHUETTI.BLOGSPOT.COM
SEMPRE ALI ESTAREI... COM TERNURA, JORGE
Mergulhados na racionalidade técnica-instrumental, no mundo da lógica forma e do pragmatismo, estamos mecanicamente acostumados a pensar e a sentir como se a vida fosse um exercício de álgebra.
Não perdemos tempo, otimizama-lo; escravizando-nos ao relógio.
E usamos todo tempo útil para a produção de mercadorias e status, de entesouramentos e poderes.
O surrealismo já postulava a necessidade de nos afstar nesta servidão mercantil. Chamava-nos para o pensamento mágico, para os amores loucos, para a imaginação e o sonho como territórios do devir e dizia que somente a conjugação entre arte e revolução nos libertaria do robô repetitivo e insensível que nos tornamos sob os auspícios da subjetividade capitalística.
Há lugar na nossa vida para os sonhos?
Há espaço em nossos caminhos para a poesia?
Há tempo no nosso dia-a-dia para ócio?
Lá fora, chove e brilha um arco-íris...
Lá fora, o pôr-do-sol é um convite à doçura de um beijo e ao calor arrepiante de um abraço...
Lá fora...
Aqui, somos racionais...
Este modo de ser e existir perpetua a realidade, pois escamoteia a necessidade e possibilidade de mudança, do novo, do intempestivo e disruptivo, da impermanência e da vida metamorfoseante dos que se permitem criatividade e experimentação, bons encontros e paixões alegres.
O conceito de utopia ativa emerge para nos instrumentalizar nesta ruptura necessária...
Um sonho, um ideal, uma utopia: nossos desejos fabricando uma nova vida.
Não na contemplação de quem espera passivo os escritos das estrelas ou os alvitres do destino...
A utopia ativa é o desejo que se consubstanciando numa vontade de potência gesta dispositivos de luta. Luta pelo novo, luta desbravando na linha do horizonte oo apogeu de um novo e genuimno alvorecer...
AMIG@, VISITA-ME NO WWW.JORGEBICHUETTI.BLOGSPOT.COM
SEMPRE ALI ESTAREI... COM TERNURA, JORGE
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
ESQUIZOANÁLISE E PRODUÇÃO DE VIDA
Jorge Bichuetti
Foucault afirmou que o próximo século seria deleuzeano.
De fato, nem sempre o entendemos: a esquizoanálise se tornaria um pensamento dominante ; ou o mundo se revolucionaria , consubstanciando no seu dia-a-dia o ideário libertário da esquizoanálise.
Neste sentido, a profecia foucaultiana não se cumpriu...
Todavia, nos que existimos mergulhados neste de mundo de exploração, dominação e mistificação, encontramos no pensamento de Foucault um campo de esperança e resistência, sonho e vida nova.
A esquizoanálise nunca se pretendeu molarizar-se e encastelar nos tronos académicos ou políticos, num apogeu de triunfalismo e poder.
Ela se constitui num processo ininterrupto de invenção da invenção.
E se destina, fundamentalmente, a deter - no homem e no socius, o fascismo; ela surgiu para criar uma vida não-fascista.
Assim, brilha e faisca, é uma centelha da aurora, um voo livre nos páramos do infinito, quando delimita seu chão: o direito à diferença. Um chão florido e multicolorido, com canções e poesia, del´rios e magia...
Visa morte do ego...
A institucionalização do ego da subjetividade capitalista é uma normatização de modo de ser e existir marcado:
- pela unidade, totalização e permanência. É estabilidade e inflexibilidade...
- narcisismo - individualismo, egoísmo e egocentrismo.
- repetitivo, tende a cristalizar o mesmo;
- edípico: triangular, possessivo e excludente.
,,, Um ego da falta e castrado, fadado à angústia, e arredio ao novo.
A esquizoanálise nos percebe como movidos pelo excesso, pela produção desejante: singularidade, multiplicidade e devires.
Somos metamorfoseantes ( Orlandi)...
Dai, sua função é alisar os instituídos e gerar espaços lisos -instuintes onde possam florir o novo, o inusitado.... Onde a impermanência floresça e frutifique nos possibilitando uma individuação que seja no redemoinho da impermanência a invenção criativa de " uma nova terra, de um povo por-vir".
Para além, do reprimido que volta, ela nos permite bifurcar e explorar novos caminhos e novos eus.
Podemos, assim, já mergulhar no universo esquizoanalítico e ser e existir na magia da liberdade, nos encantos da ternura e na potência da solidariedade.
Uma vida, n revoluções...
N revoluções, por uma vida nova e disruptiva: vontade de potência que afirma nossas posições de desejos no território dos bons encontros sob a égide das paixões alegres.
Deleuzeemos, então, num devir fénix...
Foucault afirmou que o próximo século seria deleuzeano.
De fato, nem sempre o entendemos: a esquizoanálise se tornaria um pensamento dominante ; ou o mundo se revolucionaria , consubstanciando no seu dia-a-dia o ideário libertário da esquizoanálise.
Neste sentido, a profecia foucaultiana não se cumpriu...
Todavia, nos que existimos mergulhados neste de mundo de exploração, dominação e mistificação, encontramos no pensamento de Foucault um campo de esperança e resistência, sonho e vida nova.
A esquizoanálise nunca se pretendeu molarizar-se e encastelar nos tronos académicos ou políticos, num apogeu de triunfalismo e poder.
Ela se constitui num processo ininterrupto de invenção da invenção.
E se destina, fundamentalmente, a deter - no homem e no socius, o fascismo; ela surgiu para criar uma vida não-fascista.
Assim, brilha e faisca, é uma centelha da aurora, um voo livre nos páramos do infinito, quando delimita seu chão: o direito à diferença. Um chão florido e multicolorido, com canções e poesia, del´rios e magia...
Visa morte do ego...
A institucionalização do ego da subjetividade capitalista é uma normatização de modo de ser e existir marcado:
- pela unidade, totalização e permanência. É estabilidade e inflexibilidade...
- narcisismo - individualismo, egoísmo e egocentrismo.
- repetitivo, tende a cristalizar o mesmo;
- edípico: triangular, possessivo e excludente.
,,, Um ego da falta e castrado, fadado à angústia, e arredio ao novo.
A esquizoanálise nos percebe como movidos pelo excesso, pela produção desejante: singularidade, multiplicidade e devires.
Somos metamorfoseantes ( Orlandi)...
Dai, sua função é alisar os instituídos e gerar espaços lisos -instuintes onde possam florir o novo, o inusitado.... Onde a impermanência floresça e frutifique nos possibilitando uma individuação que seja no redemoinho da impermanência a invenção criativa de " uma nova terra, de um povo por-vir".
Para além, do reprimido que volta, ela nos permite bifurcar e explorar novos caminhos e novos eus.
Podemos, assim, já mergulhar no universo esquizoanalítico e ser e existir na magia da liberdade, nos encantos da ternura e na potência da solidariedade.
Uma vida, n revoluções...
N revoluções, por uma vida nova e disruptiva: vontade de potência que afirma nossas posições de desejos no território dos bons encontros sob a égide das paixões alegres.
Deleuzeemos, então, num devir fénix...
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Diário 07.01.11
Em meio a tanto afeto que andei perdendo de vocês e de tantas palavras carinhosas, eu venho construindo a Constituição dentro de mim. Agora preciso dela para a libertação para depois começar de novo o processo de desconstrução. Acorda, senta, come, levanta, senta, estuda, levanta, come, senta, estuda, dorme. O corpo limitado de movimentos já engessado está. Ele vem gritando bem no meu meio, entre a barriga e a pubis. O meu corpo só vem aceitando o formato da cadeira, nasceram um para o outro. A mente, também, emburrecida pelas repetições não deixa se dobrar nem um pouquinho para a arte de se imaginar em outra situação, ou de deixar a arte entrar um pouquinho pra dentro de mim. Entro no carro e não quero escutar música, só notícias, o lirismo tá me escapando e eu na expectativa disso ser uma fuga. A vida está estratificada, mas, tudo passa. Beijos a voces todos. E a propósito: quando é o nosso próximo encontro? Submergiremos? Sim ( ) Não ( )
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